sábado, 12 de novembro de 2016

Sem saber que o "pra sempre" sempre acaba | Discurso de Oradora IFRN

Letícia França

Ufa! Enfim, podemos respirar aliviados, porque mais uma etapa de nossas vidas está sendo concluída com sucesso. Em instantes, jogaremos nossos capelos para cima em um gesto de liberdade e poderemos, finalmente, gritar em alto e bom som: “Acabou!”
Mas antes do fim, peço licença para proferir algumas breves palavras, na tentativa de traduzir tudo o que nós, formandos, vivemos ao longo desses quatro anos aqui no IFRN.
Começo este meu discurso citando Renato Russo e Cássia Eller, dois grandes poetas da música brasileira. Na canção “Por Enquanto”, eles indagam: “Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre sem saber que o pra sempre sempre acaba? ”. Deixarei essa pergunta no ar, mas prometo respondê-la ao fim do texto. Antes, porém, convido-os a, junto comigo, viajar no tempo e focarmos nossos pensamentos no dia 16 de abril de 2012.
Naquele dia, demos início ao que hoje podemos chamar de “A Melhor Fase de Nossas Vidas”. Ao cruzarmos, pela primeira vez, o portão do IFRN como alunos, fomos tomados por uma confusão de sentimentos: ansiedade, nervosismo, medo, insegurança, mas, principalmente, felicidade. Para muitos, ser aluno do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte sempre foi um sonho; muitas vezes, um sonho passado de pai para filho. Por isso, estar ali naquele ambiente, até então, desconhecido, era o primeiro passo para concretizar algo que por anos foi nossa principal meta.
No início, quando o verde das nossas fardas ainda estava na sua cor mais intensa, tudo era novidade para nós. Conhecemos nossos colegas de turma e, aos poucos, fomos descobrindo que naquele lugar, carinhosamente chamado de “IF”, não existia classe social. Ricos ou pobres, não importava... Éramos todos alunos e, portanto, tratados igualmente. Descobrimos também que existem várias formas de pensar, de falar, de se vestir, de viver. E foi justamente essa diversidade de jeitos que fez do IF um dos melhores lugares para se conhecer pessoas que combinam com a gente e, a partir disso, construir lindas amizades ou, até mesmo, lindos amores.
Foi também no início que arriscamos desvendar os diversos espaços desse grandioso IFRN-CNAT. Nos perdemos entre corredores e, por vezes, confiamos nas orientações dadas pelos nossos colegas veteranos. De tanto subir as longas rampas do bloco C, ficamos craques no trajeto e hoje podemos dizer que conhecemos todos – ou quase todos – os espaços dessa escola.
Com o passar do tempo, quando o verde das nossas fardas foi perdendo um pouco da sua intensidade, tudo já nos parecia bem mais familiar. Começaram então os primeiros desafios. Percebemos que as provas eram realmente difíceis e que os professores não faziam o tipo “bonzinhos”. Descobrimos que a nota 6,0 não é tão ruim assim; e que, para tirarmos mais que 6,0, teríamos que perder algumas noites de sono. Inclusive, depois notamos que perder noites de sono já fazia parte das nossas rotinas. Nesse meio tempo, tivemos a oportunidade de deixar a timidez de lado e dar lugar ao artista que mora dentro da gente: esquetes de português, curtas-metragens, peças de artes cênicas, sem falar nos tantos seminários que tivemos que apresentar. Ensaiamos, aprendemos, ousamos... Saímos de nós mesmos e vivemos a arte na sua mais bela forma. Mas não parou por aí!
Posteriormente, quando o verde das nossas fardas já foi dando lugar a um verde clarinho, nos demos conta que o tempo estava realmente passando. Começamos a enfrentar desafios mais árduos. As 24 horas do dia já não nos eram suficientes. Precisávamos conciliar as aulas no IF, com os estudos para o ENEM e, em alguns casos, com as horas de estágio. Foi preciso que deixássemos nossas vidas sociais um pouco de lado e que usássemos os fins de semana para colocar a matéria em dia. Dormir mais que seis horas? Nem pensar! Tudo isso para fazer valer um sonho. E, hoje, vemos que valeu... Valeu muito à pena!
Durante a nossa estadia no IFRN, nos demos conta de que aqui já era o nosso segundo lar. E, como todo lar, ganhamos também uma família. Uma família ENORME, diga-se de passagem! Uma família que não possui laços de sangue, mas possui laços de puro amor! A grande família IFRN é formada por nós, alunos, que embora numerosos, podemos ter a certeza de que cada um, individualmente, teve a sua parcela de importância aqui nesta instituição.
Além de nós alunos, essa família também é composta pelos nossos queridos professores! Ah... O que seria da educação sem vocês?! Vocês que tantos se doam para manter um ensino de qualidade; vocês que, apesar de todas as injustiças, amam lecionar e não se imaginam fazendo outra coisa. Vocês foram fundamentais nessa nossa jornada, por isso, a vocês, a nossa eterna gratidão!
Não podemos esquecer também daqueles que são a estrutura dessa nossa instituição: técnicos administrativos e funcionários terceirizados. A vocês que organizam tudo para que possamos usufruir do melhor serviço, o nosso muito obrigado! E em especial, ao pessoal da limpeza e da jardinagem, que na maioria das vezes não sabemos os seus nomes, mas que, ainda assim, nos fazem sentir amor a cada espaço limpo e a cada flor plantada. Vocês trazem cor para o nosso IFRN, por isso muito obrigado!
Aproveitamos também para agradecer às nossas famílias de sangue e aos nossos amigos, que durante esses quatro anos, compreenderam nossas ausências e nos apoiaram em todos os momentos.
E, em especial, juntamente com aqueles que nEle acreditam, agradecemos a Deus por ter nos dado a oportunidade de viver essa experiência maravilhosa e, apesar de todos os tropeços e dificuldades, termos tido forças para chegarmos até aqui.
Pois é, caros colegas formandos, estamos nos aproximando do fim. Nesse momento, o coração começa a ficar apertadinho e as lágrimas que guardamos durante tanto tempo talvez estejam implorando para caírem. Estamos perto de dizer adeus. E quanto tempo esperamos por isso, não é mesmo?! Quando estávamos cansados, o que nos motivava a continuar era justamente a vontade de chegarmos até aqui onde estamos: sentados nesse ginásio, vestidos maravilhosamente com essas becas e esperando a oficialização daquilo que tanto sonhamos: Sermos Técnicos! O caminho foi longo, a batalha foi intensa, os aprendizados foram imensuráveis... Mas... Chegamos até aqui!
Quando cruzarmos o portão do IFRN pela primeira vez como técnicos formados, teremos a sensação de dever cumprido. As rosquinhas se tornarão pequenas para nós. Vamos alçar novos voos, desvendar novos mundos, ainda maiores que o IF. Porém, sempre com a certeza de que a bagagem de experiências que temos o privilégio de carregar graças a essa escola será sempre o nosso melhor e maior suporte. Estamos saindo daqui adultos, maduros e prontos para enfrentar um mundo que, infelizmente ou felizmente, não é nada parecido com um conto de fadas. É o mundo de verdade e que exigirá de nós muita ousadia e força de vontade. E isso nós temos de sobra!
Assim como o dia 16 de abril de 2012, quando os nossos corações estavam repletos de felicidade por estarmos dando início a um novo ciclo; hoje, dia 30 de abril de 2016, quatro anos depois, os nossos corações enchem-se de felicidade por estarmos fechando esse ciclo.
Mas antes de finalizar este texto, preciso cumprir uma promessa: responder à pergunta feita por Renato Russo e Cássia Eller:
“Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre sem saber que o ‘pra sempre’ sempre acaba? ”.
Em nome dos formandos aqui presentes, eu respondo com toda a certeza do meu coração: “Sim, eu lembro! Tivemos a audácia de, durante quatro anos, acreditar que esse “pra sempre” nunca acabaria; mas, pelo que parece, ele está acabando”. No entanto, com a ousadia que adquirimos dentro dessa instituição, mudaremos o rumo dessa história e faremos com que seja, sim, para sempre. Só depende de nós! Por isso, peço que nunca nos esqueçamos dessa época. Façamos com que seja para sempre! Que, quando o verde da nossa farda tiver dado, por completo, lugar ao branco e o cheiro de guardado estiver impregnado nela, possamos olhar para as nossas fotos no IFRN e nos lembrarmos com amor da “Melhor Fase de Nossas Vidas”! E, parafraseando os músicos brasileiros já antes citados, lembrem-se: “Estamos indo de volta para casa, mas nada vai conseguir mudar o que ficou!”.

Queridos amigos técnicos-cidadãos, a nossa viagem no tempo chegou ao presente, mas desejo fielmente que o nosso próximo encontro seja em um futuro brilhante! Muito obrigada! 

sábado, 4 de junho de 2016

YOUTUBE | #EspecialDiaDosNamorados: 3 ideias de presentes fofos e fáceis de fazer


Olá, queridos leitores do Prefira Primavera! <3 

Junho começou e, além do São João (eu amo!), tem também uma outra data muito especial: O Dia dos Namorados! E se você, assim como eu, gosta/ama/adora fazer presentinhos fofos pro seu amor, tenho uma novidade para você!

Como vocês sabem, o Prefira Primavera agora também tem um canal no YouTube! Yeeeah! Inclusive, já publiquei vários vídeos por lá. Você já viu?! Bom, mas o fato é que, este ano, decidi criar a maratona #EspecialDiaDosNamorados. E, para estrear, foi ao ar um vídeo muito bacana de DIY (Faça Você Mesmo), no qual eu trouxe 3 DICAS DE PRESENTINHOS FOFOS/FÁCEIS/BARATOS para você dar no dia dos namorados. 

Eu amei gravar esse vídeo, apesar de ter dado bastante trabalhinho! Haha Então, conto com vocês para que muitas e muitas pessoas possam assisti-lo também. Para isso, peço para que você curta, comente e compartilhe com o amigos. E, claro, se não for pedir muito, se inscreva também no Canal do Prefira Primavera para continuar acompanhando os vídeo que virão por aí. 

Dá o play!


Abaixo, deixo artes que usei para cada um deles. Se quiserem utilizá-las, fiquem à vontade! É só salvar em "Imagens" e colocar para imprimir. 

RASPADINHAS DO AMOR
Corações sem nada:
 Corações com os "vales": 

KIT CINEMA 



Tchau, beijinhos! E compartilhem com os seus amigos! <3

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Quando descobri que tenho a sorte de um amor tranquilo


Quando o amor bater à sua porta trazendo uma tranquilidade que há tempos você não sentia, agarre-o! Não o deixe escapar por entre os dedos. Guarde com carinho, porque as chances de dar certo são enormes. Não há nada mais verdadeiro que ter alguém ao nosso lado que nos proporciona um coração tranquilo. 

Cresci ouvindo tantas definições sobre o amor, e talvez todas elas façam realmente sentido. Mas, para mim, nada vai definir melhor o amor que a palavra "tranquilidade". Já cantava Cazuza: "Eu quero a sorte de um amor tranquilo..." E que sorte! 

Descobri que o amor era a minha tranquilidade quando, numa domingo à tarde, a única coisa que eu queria era ficar agarradinha com ele, vendo Netflix e comendo as nossas baganas preferidas. Descobri que o amor era a minha tranquilidade quando, antes de dormir, o telefonema dele era tudo que eu precisava para encontrar paz após um dia cansativo. O amor virou minha tranquilidade quando nossas mãos entrelaçadas passaram a significar companheirismo e a certeza de que, nesse planeta tão cheio de gente, há um alguém que caminha comigo. O amor virou minha tranquilidade quando o beijo na testa se tornou a forma mais linda de dizer: "eu cuido de você".

Descobri que o amor era a minha tranquilidade quando a vontade de estar perto, de abraçar e de querer o bem se tornaram maiores que qualquer defeito dele. 
E quando o barulho do mundo passou a ser nada perto perto do silêncio de um abraço apertado. Quando as brigas, divergências e gritos, deram lugar a um cafuné gostoso acompanhado de um sussurrado "eu te amo" no pé do ouvido. 

Percebi que eu tinha um amor tranquilo quando a preocupação de ter um relacionamento duradouro deu lugar à certeza de que, independente de quanto o tempo passe ou do quanto as coisas mudem, aquele alguém sempre vai ser quem deixa o meu coração tranquilo.

Pois é, Cazuza tinha razão. O amor tranquilo é mesmo uma sorte. E que sorte! 

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Tudo sobre a minha viagem ao Rio de Janeiro

Olá, pessoas!  Recentemente viajei para o Rio de Janeiro com o meu namorado e a família dele para assistirmos ao show da nossa banda favorita: Coldplay! <3 Porém, aproveitamos para, em um final de semana, conhecermos tudo que tínhamos direito daquela que é a famosa Cidade Maravilhosa! 

Por isso, montamos o nosso próprio roteiro de viagem, para que não dependêssemos de guia turístico. E aí já vai a primeira dica: 

1. Monte o seu próprio roteiro de viagem, pegue o mapa da cidade e saia conhecendo os lugares por conta própria. E, caso você não queira andar de ônibus ou metrô, opte por alugar um carro. Sai bem mais barato e você ainda tem a liberdade de ir para onde quiser, na hora que quiser, sem ser obrigado a seguir a excursão. (Lembrando que isso vai do gosto de cada um).

Bom, mas por causa disso eu acabei juntando muitas informações sobre o RJ, então acho justo vir compartilhá-las aqui com você. 


Primeiramente, com relação às passagens aéreas, a gente encontrou uma promoção, ida e volta pela TAM Linhas Aéreas, por R$ 500 e pouco. Foi um preço ótimo, tendo em vista que, atualmente, esse valor estaria entre R$ 800,00 e R$ 1.000,00. 
O hotel em nós ficamos chama-se Hotel Regina, e ele fica localizado no bairro do Flamengo. Lá é um bairro com uma ótima localização, tanto no sentido de que é fácil de chegar, como também no sentido de segurança. Com relação ao Hotel Regina, eu gostei muuuito! Super recomento! O serviço de lá é ótimo e todos os funcionários são muito simpáticos e prestativos. 

Vamos para a parte mais divertida agora: OS PONTOS TURÍSTICOS!

Vou seguir a mesma ordem que estabelecemos no nosso roteiro de viagens. Ah, e aqui cabe mais uma dica: 

2. Quando for montar o seu roteiro, procure obedecer a ordem pelas zonas da cidade. Isto é, visite primeiro os pontos turísticos localizados na zona sul, depois os da zona norte. E assim por diante. Dessa forma, você vai otimizar o seu tempo e não vai se estressar tanto com o trânsito. 

1. Heliponto e Mirante Dona Marta 
No topo do Mirante e Morro Dona Marta existe um heliporto onde você poderá fazer vôos panorâmicos sobre o Rio mediante compra de tícket (obs.: nós não fizemos. kk). O mirante e seu heliponto ficam ao lado do Corcovado, entre Laranjeiras e Botafogo, e com amplas e magníficas vistas para a zona sul e zona norte.

É lá em que tem uma pedra, na qual você pode subir e tirar uma foto como se o Cristo Redentor tivesse em suas mãos. Eu amei! 
Horário de Funcionamento: 8h00 às 19h00
O Cristo Redentor é, sem dúvidas, o ponto turístico mais marcante do Rio de Janeiro. Ele é mundialmente conhecido, sendo considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo. O monumento foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931, dia de Nossa Senhora Aparecida e fica no bairro de Santa Teresa.

Para chegar até ele, que fica a 709 metros acima do nível do mar, você precisa subir o morro Corcovado. Para isso, existem três opções: Trem, Van ou Carro. (Você também pode subir à pé, mas só se tiver um preparo físico. 

Obs.: Subir com o seu próprio carro | Foi a que escolhemos! Porém, em um determinado ponto (mais precisamente na altura da Estrada das Paineiras, onde compra-se os ingressos), você precisa pegar uma van que te deixa lá em cima. Lembrando que não é recomendado subir em seu próprio carro; nós só subimos porque estávamos com um guia, o qual contratamos apenas para nos auxiliar nesse ponto turístico. 
Horário de Funcionamento: Abertura da bilheteria: 08h00 | Fechamento da bilheteria: 19h50

O passeio tem como cenário 360º de paisagens deslumbrantes, tais como: as praias do Leme, Copacabana, Ipanema, Flamengo, Leblon; Pedra da Gávea, o imponente maciço da Tijuca e o Corcovado, com a imagem do Cristo Redentor; Baía da Guanabara, com a enseada de Botafogo; centro da Cidade; Aeroporto Santos Dumont; Ilha do Governador; Niterói; Ponte Rio- Niterói; e, ao fundo a Serra do Mar, com o pico “Dedo de Deus”.

O Bondinho liga a Praia Vermelha ao Morro da Urca; e o Morro da Urca ao Pão de Açúcar. Cada passeio dura 3 minutos, e o ingresso já dá direito a ambos. No topo de cada morro, há um complexo, no qual há vários espaços para se conhecer. Falarei um pouco de cada um deles mais abaixo:

1. Praça dos Bondes: Em 13 de novembro de 2009, a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar inaugurou a Praça dos Bondes no Morro da Urca. No local ficam expostos os bondinhos das duas gerações anteriores e duas esculturas de bronze, em tamanho real, dos responsáveis pela idealização e implantação de cada um deles, Augusto Ferreira Ramos e o engenheiro Cristóvão Leite de Castro.

2. EGB: O Espaço Baía de Guanabara, no Morro da Urca, conta com restaurantes, lojas e quiosques que aliam gastronomia de qualidade com um visual incomparável do Rio de Janeiro, a uma altura de 227 metros. Com capacidade para 360 pessoas, a área gastronômica e de lazer comporta diversas lojas e quiosques que tornam o passeio mais completo e agradável.

3. Cocuruto: Um pequeno museu localizado no Morro da Urca que contará a história dos teleféricos, inaugurados há quase 100 anos, através de projeções digitais, imagens, maquinário e objetos que marcaram a trajetória do primeiro teleférico brasileiro. O objetivo é compartilhar com o público um pouco da história do Pão de Açúcar, permeada por acontecimentos marcantes, que merecem ser relembrados por alguns e descobertos por muitos outros. O acesso ao local não exige qualquer pagamento adicional ao turista.
4. Anfiteatro: Quando eu fui, ele estava em reforma.
  • Preços:Adultos – R$ 76,00Crianças menores de 06 anos – GrátisCrianças de 06 a 12 anos – R$ 38,00Jovens de 13 a 21 anos – R$ 38,00 (mediante documento de identidade)

O Jardim Botânico do Rio de Janeiro – JBRJ – foi fundado em 13 de junho de 1808. Ele surgiu de uma decisão do então príncipe regente português D. João de instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Hoje o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – nome que recebeu em 1995, é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.
Localização: Rua Jardim Botânico, portões nº 920 e nº 1008 ou Rua Pacheco Leão, nº 101, Jardim Botânico. 

Horário de Funcionamento: O horário normal de visitação é: segundas-feiras, das 12 às 17h, e de terça a domingo, das 8h às 17h, com prorrogação de uma hora para o fechamento das bilheterias no período de horário de verão.


É isso!!! Ah, e se você ainda não assistiu o primeiro vlog da viagem que saiu lá no canal, aqui está:

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Resenha do Livro: "Métrica", de Colleen Hoover

Olá! Eu estava olhando as últimas postagens do blog e me dei conta de que já faz um bom tempo que não escrevo resenha literária aqui. Desde a última resenha até agora, eu já li muitos livros bacanas, porém - por falta de tempo ou puro esquecimento - acabei deixando de indicá-los para vocês. Bom, mas agora vou tentar retomar esse hábito de escrever sobre os livros que leio, principalmente porque é algo que eu gosto tanto de fazer. 

Para iniciar essa nova fase, decidi trazer um livro surpreendente: Métrica. Ele foi um livro que li indicado por uma amiga (Obrigada, Endy, pela indicação e pelo livro emprestado! Haha <3) e, por causa dos comentários positivos da minha amiga acerca dessa obra, eu já comecei a minha leitura com muitas expectativas. 
E já digo de antemão: não me decepcionei nenhum pouco! Pelo contrário, me encantei com o livro e, inclusive, tive todas as minhas expectativas superadas. "Métrica", cujo título original é "Slammed", é um livro da escritora norte-americana Colleen Hoover e foi lançado em 2013 (sim, já é um livro antigo, mas infelizmente só o conheci agora. Haha).
Primeiramente, vamos esclarecer algo sobre o título. Confesso que, no primeiro momento, não soube ao certo a relação existente entre a palavra métrica e a narrativa em si. Cheguei a pensar, inclusive, que era algo ligado à matemática. Bom, eu estava enganada! Pesquisando sobre, descobri que métrica, na verdade, trata-se de uma forma adotada pelos poetas para marcar o ritmo de sua poesia. Ou seja, isso tem TUDO A VER com o livro, visto que seus personagens estão intimamente ligados com a poesia. 

E por falar em personagens, vamos, afinal, entender direitinho do que se trata a história: A narrativa gira em torno de Layken (chamada carinhosamente de Lake), uma jovem que, ao lado de sua mãe e seu irmão caçula, precisou enfrentar a morte de seu pai de forma prematura. Passados seis meses desde o falecimento, Lake vê a sua vida mudar radicalmente quando sua mãe decide que eles precisam dar tchau ao Texas e mudar-se para outra cidade a fim de reorganizar a vida. 
Diante dessa novidade, Lake acumula tristezas, medos e angústias ao se deparar com uma nova cidade, uma nova casa, uma nova vida. Sente-se perdida e, por isso, precisa dar conta de encontrar também o seu novo destino. Nesse meio tempo, ela conhece o seu novo vizinho, Will, um cara encantador que tem grandes chances de ajudá-la nessa tarefa de descobrir o que o futuro reserva para ela. 

Porém, no meio de descobertas, uma verdade é relevada, impedindo Lake e Will de ficarem juntos. Eles passam a lutar entre a emoção e a razão, tentando fugir das ordens do coração, mas se entregando dia após dia à força da poesia - e do amor!

Poesia, amor e tragédia. 
"Pura poesia. Ou um baque no coração. Se apaixonar pode ser cada uma dessas coisas... Quem sabe, ainda, sua doce e dolorosa mistura. Pelo menos é o que Layken está prestes a descobrir. Se ousar, simplesmente, viver. Se escolher enfrentar o que o destino lhe reservou. Mas o destino é inexorável... E talvez a cota de dor seja mais do que ela possa suportar. Afinal, como é possível continuar seguindo quando seu coração está congelado?"

Para quem está achando que é só mais uma historinha de amor, eu digo: não! Métrica vai muito além disso e nos presenteia com uma aula de vida, maturidade e, sim, muita poesia. Pois é, o destino pode, algumas vezes, nos mostrar caminhos tortos, repletos de altos e baixos, mas uma coisa é certa: decidir como enfrentar esse caminho é uma tarefa unicamente sua - autor de sua própria história. E é justamente isso que Lake e Will precisam fazer. 

Além de toda uma narrativa bem pensada e surpreendente, o leitor ainda é agraciado com momentos de pura poesia. E, por incrível que pareça, não é uma poesia clichê e rotineira, é uma poesia que vem da alma, nos fazendo mergulhar profundo na história. Não se espante se, de repente, ao ler o livro, você sentir uma lágrima escorrendo pelo seu rosto; está tudo bem, foi só a Métrica que conseguiu embalar o ritmo do seu coração. 

Boa leitura! <3